A Galvani segue avançando em um modelo de expansão industrial pautado pela mineração sustentável, com uma gestão estruturada nos pilares de Competitividade, Crescimento e Sustentabilidade. “O desafio hoje vai além de ampliar a produção de fertilizantes no Brasil, mas fazer isso com mais eficiência operacional, segurança e responsabilidade ambiental. Estamos avançando na nossa jornada sustentável e nos preparando continuamente para as demandas futuras do setor”, diz Sylvia Tabarin, Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Galvani.
A companhia, que mantém um compromisso sólido com a sustentabilidade, o desenvolvimento social nos territórios onde atua e a ética nos negócios, divulga seus indicadores e destaques do desempenho ASG (Ambiental, Social e de Governança) em 2025. Eles podem ser conferidos no Relatório de Sustentabilidade.
Elaborado com base nas diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), o documento traz indicadores das duas unidades da companhia na Bahia: o Complexo Industrial Luís Eduardo Magalhães (CILEM), na cidade de mesmo nome, e a Unidade de Mineração de Angico dos Dias (UMA), no município de Campo Alegre de Lourdes.
De acordo com Sylvia, os indicadores que constam no documento refletem os valores corporativos e a Estratégia de Sustentabilidade da companhia, reafirmando seus compromissos com a integridade, a ética, a proteção ao meio ambiente, o respeito aos direitos humanos, o desenvolvimento das comunidades onde atua e os padrões de governança corporativa.
Desempenho na dimensão Ambiental
• Matriz energética limpa – Energia elétrica consumida no Complexo Industrial de CILEM e UMA provém de fontes renováveis.
• Gestão de emissões e energia – A Galvani alcançou o Selo Prata no Programa Brasileiro GHG Protocol (ano base: 2024) pelo relato de seus Escopos 1 e 2 completos, registrando zero emissões no Escopo 2, devido ao uso exclusivo de fontes renováveis (market-based). A empresa também recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o Selo I-REC Standard (International Renewable Energy Certificate), atestando formalmente a origem 100% renovável de sua energia contratada no mercado livre. CILEM e UMA obtiveram o selo, o que atesta a rastreabilidade da energia renovável utilizada.
• Reutilização hídrica – A Galvani inaugurou estações de tratamento e captação pluvial para maximizar a reutilização hídrica. UMA utiliza tecnologia de beneficiamento a seco, eliminando o uso de água e a necessidade de barragens de rejeitos. E CILEM, a Estação de Tratamento de Água da Chuva possui reservatório de 73.000 m³ para reuso industrial.
• Biodiversidade – O Parque Vida Cerrado, fundado em 2006 pela empresa e mantido pelo Instituto Lina Galvani, contabilizou 370 hectares plantados e a produção de 27.849 mudas. Além disso, a Galvani doou diretamente 14 mil mudas nativas do Cerrado e da Caatinga nos territórios onde opera e comercializou mais de 12,2 toneladas de sementes nativas com a Rede de Sementes do Oeste da Bahia. Ao todo, o Parque Vida Cerrado acumulou 732,73 ha em áreas em processo de restauração entre 2020 e 2025.
• Produção de biomassa – Plantio de 917,96 hectares de eucalipto (meta de 1.200 hectares até 2026) para autossuficiência energética futura.
Crescimento sustentável
Como parte do seu plano de crescimento e modernização, a Galvani executa um projeto de expansão que prevê investimentos superiores a R$ 1 bilhão até 2027. A iniciativa contempla a ampliação da capacidade produtiva de fertilizantes fosfatados, a modernização tecnológica das unidades industriais e de beneficiamento, otimização da eficiência operacional e energética, expansão da infraestrutura logística para atendimento a mercados estratégicos e aumento da oferta de soluções nutricionais voltadas às culturas atendidas no Matopiba e em outras regiões agrícolas do país.
O principal exemplo dessa estratégia de crescimento operacional é o Projeto Minério Primário de Irecê (BA), previsto para entrar em operação no primeiro semestre de 2027 e concebido sob o conceito de “zero rejeito”.
“Estamos numa jornada sustentável rumo a uma mineração cada vez mais moderna. O Projeto Minério Primário de Irecê nasce para mostrar que é possível expandir a produção de fertilizantes no Brasil, aliando eficiência operacional, segurança e compromisso ambiental”, conclui Sylvia Tabarin.
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